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Na história temos muitos ditados que não são 100% válidos, alguns paradigmas também precisam ser reavaliados, pois podem ser causas de insucessos gerenciais. Sabemos que a quantidade de motivos ou causas para as organizações de alguns países não serem competitivas é muito grande, portanto, não vamos esgotar o assunto, vamos nos ater às mais influentes nos sistemas de gestão. Para que possa haver tempo para reflexão sobre os assuntos abordados estaremos divulgando em 7 módulos:

 

Nesta semana estamos divulgando o módulo III, que trata das componentes de um processo para facilitar a tomada de decisão na bonança e na tempestade.

 

Módulo III

Nestes países muitos gerentes também não sabem que tudo que existe nesta Terra de Deus foi, é e será “obtido” através de um processo, não importa se estamos falando do nascimento de uma ameba ou da construção de um transatlântico, tudo aqui no planeta é transformado (realizado) em um processo.

Processo é o conjunto de atividades que transforma entradas (matéria-prima, inputs) em saídas (produto “resultado”, outputs), utilizando pessoas, infraestrutura, ambiente e métodos para execução do processo e ou para medição e monitoramento deste processo. Conhecendo adequadamente o processo eu posso saber sua capacidade e negociar o que é o mínimo possível necessário com os clientes deste processo e em seguida identificar pontos: matéria-prima, equipamentos, ferramentas, ambiente, método, etc e estudá-los para descobrir onde podemos reduzir custos.

O papel do gestor é garantir a eficácia do processo no mínimo possível negociado, para que os clientes estejam satisfeitos e promover a melhoria da eficiência “sem limites” para aumentar a competitividade da organização.

 

Você acabou de ler o módulo III, na próxima semana estaremos divulgando o módulo IV que orienta sobre a necessidade de conhecer a conformidade

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Na história temos muitos ditados que não são 100% válidos, alguns paradigmas também precisam ser reavaliados, pois podem ser causas de insucessos gerenciais. Sabemos que a quantidade de motivos ou causas para as organizações de alguns países não serem competitivas é muito grande, portanto, não vamos esgotar o assunto, vamos nos ater às mais influentes nos sistemas de gestão. Para que possa haver tempo para reflexão sobre os assuntos abordados estaremos divulgando em 7 módulos:

 

Nesta semana estamos divulgando o módulo II, que define claramente o que é resultado para satisfazer o cliente e o que é custo para aumentar o lucro.

 

Módulo II

Em alguns países boa parte dos seus gestores administradores não sabe a diferença entre um processo eficaz e um processo eficiente. Muitos moradores destes países classificam o time de futebol que ganhou o jogo como eficiente. Precisa ficar claro que eficiência tem a ver com custos. Dificilmente o comentarista, narrador ou torcedor entra no mérito dos custos daquele processo, no máximo falamos dos resultados e resultado tem a ver com eficácia. Portanto ser eficaz é alcançar o resultado planejado, programado, desejado ou combinado e ser eficiente é conseguir produzir, realizar ou entregar por um custo menor, ou seja, a relação entre recursos produzidos e recursos consumidos.

Ser eficaz é satisfazer o cliente conforme o combinado (nem mais, nem menos) e ser eficiente conseguir produzir por um custo menor que o concorrente ou outra referência que a organização acreditar adequada.

 

Você acabou de ler o módulo II, na próxima semana estaremos divulgando o módulo III que irá tratar das componentes de um processo para facilitar a tomada de decisão na bonança e na tempestade.

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Da série:

Comentários sobre alguns paradigmas que podem ser repensados!

 

Na história temos muitos ditados que não são 100% válidos, alguns paradigmas também precisam ser reavaliados, pois podem ser causas de insucessos gerenciais. Sabemos que a quantidade de motivos ou causas para as organizações de alguns países não serem competitivas é muito grande, portanto, não vamos esgotar o assunto, vamos nos ater às mais influentes nos sistemas de gestão. Para que possa haver tempo para reflexão sobre os assuntos abordados estaremos divulgando em 7 módulos:

 

Nesta semana estamos divulgando o módulo I que define como determinar a demanda real da organização para que não ocorra desperdício sem satisfazer o cliente.

 

Módulo I

Muitos empresários são orientados, influenciados e até catequizados para fazerem o seu melhor, mas este melhor precisa ser definido e quem define este melhor é o cliente do processo e/ou da organização, pois fazer mais que o cliente deseja tem custos. Precisamos definir, com a participação do cliente do processo ou da organização, com muita clareza e precisão o “suficiente”, o combinado com a parte interessada. Suficiente aqui é o mínimo possível necessário combinado para que o cliente esteja satisfeito e o fornecedor tenha controle dos seus custos. Fazer o melhor pode ser aplicado ao mundo dos extraordinários, mas quem “sustenta” o mundo são os ordinários. Se os ordinários tiverem a competência para realizar o suficiente, com menores custos, a qualidade da vida na Terra vai melhorar, também porque fazer o seu melhor, muda a cada dia, pois depende até do estado de humor. O suficiente pode ser padronizado, o melhor, não! Exceto para produtos, clientes, nichos extraordinários, aí é outro mundo, mas que representa um percentual muito pequeno na Terra.

 

Você acabou de ler o módulo I, na próxima semana estaremos divulgando o módulo II que irá tratar da definição clara de resultado para satisfazer o cliente e custo para aumentar o lucro.

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A quantidade de motivos ou causas para as organizações de alguns países não serem competitivas é muito grande, portanto, não vamos esgotar o assunto, vamos nos ater às mais influentes nos sistemas de gestão. Muitos empresários são orientados, influenciados e até catequizados para fazerem o seu melhor, mas este melhor precisa ser definido e quem define este melhor é o cliente do processo e/ou da organização, pois fazer mais que o cliente deseja tem custos.

Assim, precisamos definir, com a participação do cliente do processo ou da organização, com muita clareza e precisão o “suficiente”, o combinado com a parte interessada. Suficiente aqui é o mínimo possível necessário combinado para que o cliente esteja satisfeito e o fornecedor tenha controle dos seus custos.

Fazer o melhor pode ser aplicado ao mundo dos extraordinários, mas quem sustenta o mundo são os ordinários. Se os ordinários tiverem a competência para realizar o suficiente, com menores custos, a qualidade da vida na Terra vai melhorar, também porque fazer o seu melhor, muda a cada dia, pois depende até do estado de humor. O suficiente pode ser padronizado, o melhor, não! Exceto para produtos, clientes, nichos extraordinários, aí é outro mundo, mas que representa um percentual muito pequeno na Terra.

Em alguns países boa parte dos seus gestores administradores não sabe a diferença entre um processo eficaz e um processo eficiente. Muitos moradores destes países classificam o time de futebol que ganhou o jogo como eficiente.

Precisa ficar claro que eficiência tem a ver com custos. Dificilmente o comentarista, narrador ou torcedor entra no mérito dos custos daquele processo, no máximo falamos dos resultados e resultado tem a ver com eficácia. Portanto ser eficaz é alcançar o resultado planejado, programado, desejado ou combinado e ser eficiente é conseguir produzir, realizar ou entregar por um custo menor, ou seja, a relação entre recursos produzidos e recursos consumidos.

Ser eficaz é satisfazer o cliente conforme o combinado (nem mais, nem menos) e ser eficiente conseguir produzir por um custo menor que o concorrente ou outra referência que a organização acreditar adequada.

Nestes países muitos gerentes também não sabem que tudo que existe nesta Terra de Deus foi, é e será “obtido” através de um processo, não importa se estamos falando do nascimento de uma ameba ou da construção de um transatlântico, tudo aqui no planeta é transformado (realizado) em um processo.

Processo é o conjunto de atividades que transforma entradas (matéria-prima, inputs) em saídas (produto “resultado”, outputs), utilizando pessoas, infraestrutura, ambiente e métodos para execução do processo e ou para medição e monitoramento deste processo. Conhecendo adequadamente o processo eu posso saber sua capacidade e negociar o que é o mínimo possível necessário com os clientes deste processo e em seguida identificar pontos: matéria-prima, equipamentos, ferramentas, ambiente, método, etc. e estudá-los para descobrir onde podemos reduzir custos.

O papel do gestor é garantir a eficácia do processo no mínimo possível negociado, para que os clientes estejam satisfeitos e promover a melhoria da eficiência “sem limites” para aumentar a competitividade da organização. Alguns gestores de algumas empresas destes países utilizam o diagrama de Ishikawa, do brilhante Dr. Kaoru Ishikawa, para identificar as causas das falhas da empresa sem desenhar os processos da organização, pois as componentes de um processo são as componentes do diagrama de Ishikawa.

Certos países quando tratam falhas, anormalidades ou não conformidades, em uma saída(resultado) do processo acreditam que pode existir uma causa raiz e tratam de eliminar ou minimizar o efeito desta causa raiz no processo. Quando estamos avaliando o processo que está gerando um produto não conforme identificamos várias causas ligadas a insumos, pessoas, infraestrutura, etc.

Antes de trabalhar com o processo não conforme devemos desenhar o processo conforme, precisamos conhecer o processo a ponto de termos certeza que o número de saídas não conforme na organização é finito. Como podemos chegar a esta informação? Primeiro determinar os processos relevantes da organização, em seguida determinar todas as saídas, conforme o diagrama simbólico do processo de fabricar pão, alinhado ao diagrama de Ishikawa.

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Se a organização definir com precisão quantos processos são realmente importantes e quais são as saídas destes processos, a quantidade de saídas não conforme possíveis é igual à soma das saídas de todos os processos. Ao completar o diagrama do processo definindo com precisão os demais componentes do processo em alinhamento com a proposta de Kaoru Ishikawa, chegamos à conclusão que as causas primárias também são finitas (pelo menos até este nível), facilitando e sistematizando imensamente a melhoria do processo.

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Algumas empresas destes países subestimam a medição dos processos, não sabem que com medições, adequadamente planejadas e realizadas, pode–se prever o futuro. Se a organização tem dados e informações no presente, a organização erra menos, portanto acerta mais. Imagine ter fatos e dados do futuro.

Em muitas organizações as medições são realizadas e utilizadas para atenderem uma exigência regulamentar ou do cliente ou para certificação em normas com a NBR ISO 9001:2015. Sendo assim apenas agregam custos.

As empresas esquecem que quanto mais conhecem um processo, maior a probabilidade do aumento de eficiência (redução de custo) e maior a confiabilidade no processo e, portanto, maior garantia da eficácia (atingir o resultado combinado).

Muitas empresas definem a frequência de calibração de equipamentos de medição como se define a frequência de réveillon na década. Geralmente determina que todos os equipamentos de medição deverão ser calibrados anualmente, simploriamente assim, como se todos fossem iguais, fossem utilizados com os mesmos cuidados, fossem preservados de maneiras idênticas.

Esse critério matematicamente sem base e financeiramente equivocado, pois, se for realizado com base neste critério, há grande possibilidade de calibrarmos alguns equipamentos com frequência acima do necessário e outros não. Para garantir a confiabilidade ao máximo possível necessário é reduzir o custo ao mínimo possível e determinar, utilizando métodos adequados, qual a frequência mínima necessária.

Algumas empresas destes países “se encantam mais com a rede do que com o mar” no momento de estruturar o seu sistema de gestão. Vejamos: um Sistema de Gestão da Qualidade existe para que a organização: determine os requisitos que devem ser atendidos (dos clientes, regulamentares, acionistas, sociedade, empregados, outros); entenda os requisitos que devem ser atendidos; e atenda aos requisitos que devem ser atendidos.

Portanto, o índice de qualidade, mesmo que não precise ser medido, será a relação entre requisitos atendidos e que devem ser atendidos. Não levando estas informações em consideração muitas organizações se comprometem com muitos requisitos que muitas vezes caíram de paraquedas, surgiram do nada ou de uma situação que acontece muito raramente, ou para atender, e se, e incluem estes compromissos aumentando o custo e não agregando valor nenhum.

Toda decisão deve ser tomada baseada em fatos e dados, antes de se comprometer, avaliar se realmente é necessário. Exemplo: a norma NBR ISO 9001:2015 não cita a matriz SWOT para gerar evidência de atendimento dos requisitos 4.1 e 4.2, mas caiu de paraquedas, muitas organizações utilizam este método como se a norma exigisse.

Com quanto menos a empresa se comprometer (mínimo possível necessário) menor possibilidade de falhas e menor custo. Alguns líderes destes países insistem em investir mais em premiar as exceções do que fomentar o aumento de empresas que não necessariamente se destacam quando comparadas com empresas de outros segmentos, mas são bastante competitivas nos seus segmentos.

Mas, o que é importante para o país, e consequentemente para os empresários, é que as organizações destes países, cada vez em maior número, sejam mais eficazes e mais eficientes que seus concorrentes localizados em outros países. Portanto, estes países precisam perceber que prêmios, mesmos os mais honestos, privilegiam os melhores e numa quantia tão pequena que a relação custos/benefícios não satisfaz os principais interessados, empresários e empregados, embora os realizadores estejam bastante satisfeitos. Um país se destacará se os ordinários forem competitivos o suficiente e não se neste país existirem alguns gatos pingados de extraordinários.

Por que alguns empresários acreditam que vão conseguir gerar valor contando com a colaboração de pessoas (funcionários) que completaram o ensino fundamental sendo ensinados por professores que concordam em receber um salário baixo? Por mais que os românticos acreditem no realizar tarefas por amor à profissão, qualquer ser humano com mais de 7 anos de idade sabe que os melhores são mais bem remunerados.

E o professor que aceita trabalhar por um salário baixo, embora tenhamos exceções, traz para o aluno um prejuízo muito grande em relação às competências organizacionais, psicossociais e políticas. Ele acredita que a obrigação dele é ensinar matemática, português, geografia, só que não sabe que um homem adequadamente civilizado é mais exigido em relação às competências organizacionais, psicossociais e políticas que nas competências técnicas. Em resumo, um ser humano organizacionalmente, psicossocialmente e politicamente educado, facilmente adquire as competências técnicas.

Por: Tadeu Figuera, diretor comercial da Fatos e Dados

Material copiado da Qualidade ONLINE
Link: https://qualidadeonline.wordpress.com/2018/04/05/por-que-algumas-organizacoes-de-certos-paises-nao-sao-competitivas/

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ABNT NBR ISO 9001:2015 ­- REQUISITO 7.5 – INFORMAÇÃO DOCUMENTADA – UMA ABORDAGEM OBJETIVA

O conceito de informação documentada foi apresentado como parte da estrutura comum de alto nível e nos termos comuns para normas de sistema de gestão, enfatizando que é informação em qualquer formato e meio de suporte, papel, digital, disco de computador ou ótico, imagem, amostras, proveniente de qualquer fonte.

O conceito de informação documentada engloba aquilo que na versão 2008 era conhecido como documentos e registros. No seu Anexo A, a ABNT NBR ISO 9001:2015 esclarece que, onde nas edições anteriores eram referidos documentos, tais como manuais, instruções, procedimentos, especificações, planos da qualidade, etc., é agora usada a expressão, manter informação documentada. Onde, nas edições anteriores eram referidos registros, para falar de documentos que evidenciam a conformidade com os requisitos, é usada agora a expressão reter informação documentada.

A Organização deve determinar a informação documentada que necessita para um SGQ eficaz. A ABNT NBR ISO 9001:2015 define, em vários requisitos, qual a informação documentada que requer e que a Organização deve providenciar. Compete à Organização determinar qual a informação que atende ao seu SGQ, em que meio, quais as fontes, quais os formatos.

 

Abaixo os requisitos para os quais Informações documentadas devem ser mantidas:

  • Escopo do SGQ (4.3).
  • Informação necessária para apoiar a operação dos processos (4.4). Exemplos: mapas de processo, fluxogramas de processo ou outras descrições de processos, Softwares que garantam as etapas de processo e os registros da sua execução.
  • Política da qualidade (5.2).
  • Objetivos da qualidade (6.2).
  • Informação documentada determinada como necessária pela Organização para a eficácia do SGQ (7.5.1-b).
  • Informação documentada que define as características dos produtos a serem produzidos, dos serviços a serem prestados ou das atividades a serem desempenhadas e os resultados a serem alcançados no escopo da produção e/ou prestação do serviço (8.5.1).

 

Abaixo os requisitos para os quais Informações documentadas devem ser retidas (registros):

  • Informação documentada adequada para ter confiança de que os processos estão sendo executados como planejado (4.4 e 8.1).
  • Evidência da competência para a utilização dos recursos de monitoramento e medição (7.1.5.1).
  • Registros de calibração ou verificação de recursos de monitoramento e medição, quando requerida a rastreabilidade (7.1.5.2).
  • Evidências de competência das pessoas (7.2).
  • Resultados da revisão e/ou novos requisitos para os produtos e serviços (8.2.3).
  • Informação documentada que demonstra conformidade dos produtos e serviços com os seus requisitos (8.1).
  • Registros requeridos no escopo do processo de projeto e desenvolvimento (8.3: 8.3.2, planejamento, 8.3.3 entradas, 8.3.4 controle, 8.3.5 Saídas, 8.3.6 Mudanças, incluindo autorizações).
  • Registros da avaliação, seleção e monitoramento de desempenho e reavaliação de fornecedores (8.4.1).
  • Identificação dos produtos e/ou serviços e rastreabilidade quando aplicável (8.5.2).
  • Registros de ocorrências com a propriedade do cliente ou fornecedor e de comunicação ao proprietário (8.5.3).
  • Registros sobre mudanças na produção ou prestação de serviço, incluindo autorizações (8.5.6).
  • Registro da liberação de produtos e serviços para entrega ao cliente (8.6).
  • Registros de saídas não conformes (8.7).
  • Resultados da avaliação do desempenho e a eficácia do SGQ (9.1.1).
  • Evidências da implementação do programa de auditoria e os relatórios das auditorias (9.2.2).
  • Evidências dos resultados da análise crítica pela direção (9.3.3).
  • Evidências da análise de causas das não-conformidades e quaisquer ações subsequentes tomadas (10.2.2).
  • Registros de não conformidade e ações corretivas (10.2.2).
  • Registros determinados pelo cliente ou legislação aplicáveis ao produto e ao serviço.

 

Informação documentada que a Organização determina que é necessária reter como evidência da conformidade para com as disposições planejadas e para garantir a eficácia do SGQ.

A informação documentada necessária depende do contexto da Organização, da sua dimensão, do tipo de produtos e serviços que fornece.

Dependem também dos riscos associados, da complexidade dos processos e da competência das pessoas, de eventuais requisitos aplicáveis aos produtos e serviços que fornece, dos meios para gerenciar o seu conhecimento organizacional e dos recursos que dispõe.

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ISO 45001:2018 FOI APROVADA!

Com o objetivo de facilitar o alinhamento dos sistemas de gestão das organizações que atualmente são certificados com base na norma OHSAS 18001:2007 o processo de migração para atender a  norma ISO 45001:2018 poderá ser realizado em até  3 anos

Classificada como parte fundamental da gestão da organização em relação a um ambiente de trabalho mais seguro, a nova norma enfatiza a importância de um sistema de gestão da saúde e segurança no ambiente de trabalho como decisão estratégica das empresas e promove uma abordagem de risco com foco no atendimento dos requisitos das partes interessadas.

A Fatos e Dados está preparando informações sobre a  ISO 45001:2018 e seus principais impactos. Caso haja interesse, entre em contato conosco pelo email: contato@fatosedados.com.br

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Empresas do mundo todo reconhecem a importância de estar preparados e de buscar iniciativas e padrões de gestão para garantir segurança e a saúde no trabalho. Gestores e gerentes devem estar sempre preocupados em garantir um ambiente de trabalho livre de acidentes e imprevistos e que preserve a integridade física e a saúde de seus colaboradores que estão sob responsabilidade da empresa.

 

Por que devo me preocupar com a Gestão da segurança e saúde no trabalho?

Uma pesquisa realizada pela INBEP confirma que mais de 6.300 pessoas morrem por dia devido a acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho. O ambiente de trabalho é o lugar onde as pessoas passam grande parte de seu tempo e por isso, é fundamental que este local esteja em conformidade com a lei e com as melhores práticas de segurança e saúde.

Isso não é só vantajoso para os colaboradores que trabalharão com segurança, mas também para a sua empresa que vai evitar riscos, reduzir custos e elevar o padrão de gestão fazendo tudo com muito mais qualidade e segurança. Como consequência, a satisfação de seus clientes e fornecedores também será muito maior. Então, como então garantir excelência na gestão da segurança e saúde no trabalho?

 

A importância das certificações internacionais e da padronização da gestão

Possuir uma certificação significa padronizar os processos, cumprir os requerimentos básicos de segurança e saúde no trabalho, garantir uma gestão de qualidade e também agregar valor ao seu negócio. Estas certificações e suas normas garantem que seu negócio irá adotar as melhores práticas de gestão do ramo.

Importante destacar que a norma OHSAS 18001 está sendo adotada pela (ISO) organização internacional de padronização que a atualizou e a transformou na ABNT NBR ISO 45001:2018, click aqui e baixe uma apresentação de uma tradução livre do ISO/FDIS 45001 aprovado em 25/01/2018, que “provavelmente” terá o conteúdo da ANBR NBR ISO 45001:2018 e deve entrar em vigor até março de 2018.

 

Os benefícios de adotar a norma ISO 45001 em seu negócio

Ao se certificar na ISO 45001 sua organização perceberá as seguintes vantagens e benefícios:

• Estar em conformidade com os regulamentos mais atuais do mercado;
• Vantagem competitiva diante clientes e fornecedores ao seguir normas importantes;
• Diminuição do número de acidentes no trabalho;
• Controle do número de doenças no trabalho;
• Melhor condição de trabalho para os colaboradores;
• Detectar possíveis perigos, monitorá-los e evitá-los;
• Redução dos custos pela prevenção de riscos;
• Envolver e motivar os colaboradores devido as condições de trabalho mais seguras.

 

Porém, como implementar esta certificação na minha empresa?

Se você precisa de ajuda para identificar os requisitos e se preparar para a certificação, conte com uma assessoria especializada como a Fatos e Dados. Em mais de 20 anos de existência, implementamos Sistemas de Gestão em aproximadamente 400 organizações e treinamos mais de 5.000 profissionais utilizando uma metodologia orientada para alcançar a eficácia (a conformidade) com melhor uso dos recursos, facilitando a compreensão da gestão por processos e o monitoramento dos indicadores estratégicos. Quer saber mais? Fale conosco!

 

cliente

A norma ISO 9001:2015 apresenta sugere que a gestão eficaz da qualidade depende diretamente da utilização de princípios de melhoria contínua, do foco no cliente e da visão por processos. Esta norma também defende a adoção de uma abordagem sistêmica para a gestão através adequada apresentação da interação dos processos de um bom mapeamento de processos.

A definição dos processos relevantes e a fiel relação entre eles O mapeamento fornece uma visão global das atividades dentro da empresa, mostrando as relações e interdependências entre processos e recursos. Também permite visualizar pontos fortes e fracos, o fluxo de valor da sua empresa e ineficiências e ineficácias em seus processos que comprometem o valor do seu produto final. Assim, você conseguirá implementar planos de melhorias para aprimorar a qualidade de seus produtos/serviços, reduzindo custos, eliminando desperdícios e otimizando processos de trabalho. Portanto, a adequada apresentação da interação dos processos é peça-chave para o estabelecimento e manutenção de programas de melhoria.

Como é realizada a interação dos processos feito o mapeamento de processos?

Para montar o “desenho” global de processos da sua empresa, você deve identificar todos os processos diretamente ligados ao objetivo do negócio. Em seguida, identificar todas as suas atividades e as interações entre estas e outros processos.

É importante deixar claro o fluxo de informações e materiais, desde a necessidade do cliente até a entrega do produto/serviço. Você pode organizar estas informações em fluxogramas, que servirão de base para a criação de procedimentos operacionais e instruções de trabalho. O detalhamento de cada processo analisado mostra as falhas em cada etapa. Se houver falha no processo, utiliza-se o ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) para a eliminação das causas. Verificada e comprovada a eficácia  efetividade das correções é preciso padronizar a melhor forma de execução do processo. Na padronização, o processo é revisado e são identificadas e definidas as saídas esperadas em cada etapa, recursos, responsabilidades e autoridades.

Vantagens do desenho da interação dos Processos

Otimização do trabalho

O desenho da interação dos processos mapeamento mostrará aos seus funcionários a importância do seu trabalho e seu impacto no produto final.  Isso reduzirá atrasos, retrabalho e riscos de erros causados por colaboradores que não entendem o impacto de suas atividades no produto/serviço.

Redução de custos operacionais

A padronização para cada operação reduz a variabilidade em processos e aumenta a sua previsibilidade, reduzindo retrabalhos e refugos e, portanto, custos operacionais. 

Aumento de produtividade e lucratividade

A visão sistêmica mostra falhas de processos, permitindo eliminá-las e otimizar processos, o que leva à melhoria contínua. Assim, é possível realizar um bom gerenciamento de recursos, tanto financeiros quanto humanos e materiais, levando à uma gestão eficaz, com produtividade e lucratividade.

Aumento da qualidade de produtos ou serviços

Com funcionários trabalhando de forma mais eficaz e eficiente, e tendo acesso a consulta de procedimentos padronizados, falhas e ocorrências de retrabalho diminuem. Valor é agregado através do aumento da qualidade de produtos e serviços.

Melhoria contínua aliada aos objetivos da empresa

Para verificar sua competitividade no mercado e a melhoria contínua, você deve estabelecer indicadores e metas para medir estes itens. O desenho da interação dos processos  mapeamento exibe os processos críticos da empresa, aqueles cujos resultados agregam valor ao cliente.

Os resultados esperados devem estar alinhados aos objetivos da qualidade, que são parte da estratégia competitiva da empresa. Assim, você cria indicadores de controle e monitoramento para estes processos, que nos mostrarão se as metas estão sendo atingidas. Sabendo que metas você quer atingir, conseguirá estabelecer um plano de ação para alcançá-las. Quando o plano de ação é bem estabelecido, os indicadores evidenciam a melhoria contínua, através da melhoria de resultados dos indicadores de metas.

É importante lembrar que os processos em uma empresa devem ser dinâmicos e facilmente adaptáveis, bem como seu “desenho” mapa. Diversos fatores podem levar a necessidade de redefinição de processos, criação de novos ou mesmo eliminação de alguns. Assim, é necessária a definição e utilização de uma metodologia de revisão e atualização do fluxo dos processos, para que o “desenho” mapa não se torne obsoleto, perdendo sua função principal.