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A importância, para um país, que os milhões de ordinários tenham competência e caráter suficientes, do que meia dúzia de extraordinários iluminados.

Na história temos muitos ditados que não são 100% válidos, alguns paradigmas também precisam ser reavaliados, pois podem ser causas de insucessos gerenciais. Sabemos que a quantidade de motivos ou causas para as organizações de alguns países não serem competitivas é muito grande, portanto, não vamos esgotar o assunto, vamos nos ater às mais influentes nos sistemas de gestão. Para que possa haver tempo para reflexão sobre os assuntos abordados estaremos divulgando em 7 módulos:

 

Nesta semana estamos divulgando o módulo VII, que trata sobre a importância, para um país, que os milhões de ordinários tenham competência e caráter suficientes, do que meia dúzia de extraordinários iluminados.

 

Módulo VII

Alguns líderes destes países insistem em investir mais em premiar as exceções do que fomentar o aumento de empresas que não necessariamente se destacam quando comparadas com empresas de outros segmentos, mas são bastante competitivas nos seus segmentos. Sendo que o importante para o país e consequentemente para os empresários, é que as organizações destes países, cada vez em maior número, sejam mais eficazes e mais eficientes que seus concorrentes localizados em outros países. Portanto estes países precisam perceber que prêmios, mesmos os mais honestos, privilegiam os melhores e numa quantia tão pequena que a relação custos/benefícios não satisfaz os principais interessados, empresários e empregados, embora os realizadores estejam bastante satisfeitos. Um país se destacará se os ordinários forem competitivos o suficiente e não se neste país existirem alguns gatos pingados de extraordinários.

Porque alguns empresários acreditam que vão conseguir gerar valor contando com a colaboração de pessoas (funcionários) que completaram o ensino fundamental sendo ensinados por professores que concordam em receber um salário baixo. Por mais que os românticos acreditem no realizar tarefas por amor à profissão, qualquer ser humano com mais de 7 anos de idade sabe que, via de regra, os melhores são mais bem remunerados. E o professor que aceita trabalhar por um salário baixo, embora tenhamos exceções, trás para o aluno um prejuízo muito grande em relação às competências organizacionais, psicossociais e políticas, pois este professor acredita que a obrigação dele é ensinar matemática, português, geografia, só que ele não sabe que um homem adequadamente civilizado é mais exigido em relação às competências organizacionais, psicossociais e políticas que nas competências técnicas. Pois um ser humano organizacionalmente, psicossocialmente e politicamente educado, facilmente “adquire” as competências técnicas.

 

Você acabou de ler o módulo VII, que é o último desta série, muito obrigado e sucesso!

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